Não conhecia Mombojó até uns meses atrás. Confesso, admito e me arrependo. Aqui, quero falar da minha experiência com eles e de Amigo do Tempo, seu disco mais recente. Não era essa a intenção, mas vou acabar falando mais deles e da minha experiência do que do próprio álbum.
Mombojó é uma daquelas bandas que trazem as características que eu costumo procurar em um artista: criatividade, flexibilidade, animação e inteligência. Esses, aliás, são motivos mais que suficientes para eu estar arrependida de não tê-los conhecido antes, já que está tão difícil de encontrar todas essas qualidades em um mesmo lugar ultimamente – mas não vamos entrar nesse mérito, pelo menos não hoje.
Nunca tive nenhuma razão especial, mas nunca tinha procurado ouvir a banda antes. Se bem que, vendo agora, é até melhor assim. Talvez, no auge dos meus 15 anos de idade, eu não entendesse tão bem tudo que eles querem passar. Aí que, esse ano, eles começaram a aparecer muito na mídia, todo mundo no mundo falando deles e eu me sentindo perdida.
Descobri o motivo: álbum novo, depois de um bom tempo parados. Sempre me pareceu que, quando um artista lança alguma coisa depois de um tempo longo no ócio, das duas, uma: ou vai ser ótimo ou vai ser uma bosta. E, sem sombra de dúvida, Amigo do Tempo se encaixa no primeiro grupo.
Quem me indicou o álbum foi a Camis – vulgo “minha mãe”, que tem me ajudado bastante no quesito educação musical. Durante a Copa, vi um jogo do Brasil na casa dela e, após a partida, ela colocou um DVD para rolar: Nadadenovo, ao vivo no Itaú Cultural – por sinal, lugar de shows que eu adoro. Fiquei meio hipnotizada vendo aquele bando de garotos super animados cantando umas músicas incríveis, usando vários instrumentos um tanto quanto incomuns no rock brasileiro. Foi aí que a Camis percebeu que já estava mais do que na hora de eu conhecê-los também.
Ouvi uma, duas, três, quatro vezes e percebi que não conseguia tirar do repeat. Do começo ao fim, todas as músicas parecem ter alguma coisa que prende sua atenção a todos os detalhes. É, para mim, um álbum cheio de novidades bacanas. Novidades no sentido de ver tanta coisa diferente sendo usada e, mesmo assim, não parecer uma salada. É aquele disco que se encaixa em várias ocasiões; dá para ouvir sozinho, com o(a) namorado(a), com os amigos.
Quando menos se espera, você está cantando alguma música de Amigo do Tempo. É um tipo de álbum que você percebe, sabe? Um elemento diferente, como a voz digitalizada em Antimonotonia, as letras marcantes de Justamente e Triste Demais, a leveza de Praia da Solidão, o começo agradavelmente ininteligível de Casa Caiada ou a irreverência de Papapa – que, com certeza, é o clipe brasileiro mais sem noção, sensacional e divertido do ano (veja em tela cheia, porque merece!). Destaque para a animada Passarinho Colorido, que é tão boa de ouvir que nem parece ter todos esses quatro minutos, de tão rápido que passam.
Cheguei à seguinte conclusão: os fãs devem ter ficado desesperados com a demora para mais um lançamento. Mas, se o Mombojó almejava ser amigo do tempo, acredito que, para o bem de todos nós, conseguiram. E com sucesso.
Mombojó é uma daquelas bandas que trazem as características que eu costumo procurar em um artista: criatividade, flexibilidade, animação e inteligência. Esses, aliás, são motivos mais que suficientes para eu estar arrependida de não tê-los conhecido antes, já que está tão difícil de encontrar todas essas qualidades em um mesmo lugar ultimamente – mas não vamos entrar nesse mérito, pelo menos não hoje.
Nunca tive nenhuma razão especial, mas nunca tinha procurado ouvir a banda antes. Se bem que, vendo agora, é até melhor assim. Talvez, no auge dos meus 15 anos de idade, eu não entendesse tão bem tudo que eles querem passar. Aí que, esse ano, eles começaram a aparecer muito na mídia, todo mundo no mundo falando deles e eu me sentindo perdida.
Descobri o motivo: álbum novo, depois de um bom tempo parados. Sempre me pareceu que, quando um artista lança alguma coisa depois de um tempo longo no ócio, das duas, uma: ou vai ser ótimo ou vai ser uma bosta. E, sem sombra de dúvida, Amigo do Tempo se encaixa no primeiro grupo.
Quem me indicou o álbum foi a Camis – vulgo “minha mãe”, que tem me ajudado bastante no quesito educação musical. Durante a Copa, vi um jogo do Brasil na casa dela e, após a partida, ela colocou um DVD para rolar: Nadadenovo, ao vivo no Itaú Cultural – por sinal, lugar de shows que eu adoro. Fiquei meio hipnotizada vendo aquele bando de garotos super animados cantando umas músicas incríveis, usando vários instrumentos um tanto quanto incomuns no rock brasileiro. Foi aí que a Camis percebeu que já estava mais do que na hora de eu conhecê-los também.
Ouvi uma, duas, três, quatro vezes e percebi que não conseguia tirar do repeat. Do começo ao fim, todas as músicas parecem ter alguma coisa que prende sua atenção a todos os detalhes. É, para mim, um álbum cheio de novidades bacanas. Novidades no sentido de ver tanta coisa diferente sendo usada e, mesmo assim, não parecer uma salada. É aquele disco que se encaixa em várias ocasiões; dá para ouvir sozinho, com o(a) namorado(a), com os amigos.
Quando menos se espera, você está cantando alguma música de Amigo do Tempo. É um tipo de álbum que você percebe, sabe? Um elemento diferente, como a voz digitalizada em Antimonotonia, as letras marcantes de Justamente e Triste Demais, a leveza de Praia da Solidão, o começo agradavelmente ininteligível de Casa Caiada ou a irreverência de Papapa – que, com certeza, é o clipe brasileiro mais sem noção, sensacional e divertido do ano (veja em tela cheia, porque merece!). Destaque para a animada Passarinho Colorido, que é tão boa de ouvir que nem parece ter todos esses quatro minutos, de tão rápido que passam.
Cheguei à seguinte conclusão: os fãs devem ter ficado desesperados com a demora para mais um lançamento. Mas, se o Mombojó almejava ser amigo do tempo, acredito que, para o bem de todos nós, conseguiram. E com sucesso.
* Aguardo ansiosamente por um show deles em São Paulo, LOGO!
* Dá para baixar o álbum no site deles.
* Sabia que a Camis é uma super designer? E – olha que coincidência! – ela está bem afim de fazer uns frilas! Dá uma olhada no portifólio dela.

